LIVING STONES
As Living Stones são nossas reuniões caseiras das pedras vivas ou igrejas nas casas.
A igreja primitiva compreendia que havia dois ambientes complementares e indispensáveis para a vida do Corpo: o público e o doméstico. Em Atos dos Apóstolos vemos que eles se reuniam “no templo e de casa em casa”, porque cada espaço cumpria um propósito distinto. As grandes reuniões eram estratégicas para a proclamação do evangelho e para o ensino da sã doutrina a um grande número de pessoas, especialmente diante do crescimento acelerado da igreja. Ali os apóstolos podiam evangelizar (“euaggelizo”) e estabelecer doutrina (“didasko”), fortalecendo a igreja como um todo. O ajuntamento público, portanto, era um ambiente de expansão, instrução coletiva e testemunho missionário.
⁴² E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão,
no partir do pão e nas orações.
Atos 2:42
Entretanto, é nas casas — naquilo que nomeamos de livingstones — que a vida da igreja se torna pessoal, relacional e transformadora. Textos como 1 Coríntios 14, Efésios 5, Colossenses 3 e Hebreus 10 revelam um ambiente de mutualidade, onde cada um contribui, aconselha, exorta e edifica o outro. É nesse contexto que o discipulado, o pastoreamento e o desenvolvimento ministerial acontecem de forma efetiva. As reuniões nas casas favorecem comunhão, informalidade, exercício dos dons e evangelismo por meio de relacionamentos. Por isso, as livingstones não são um complemento opcional, mas o coração da igreja: é nelas que cada casa se torna uma igreja, e a igreja se manifesta como família reunida em torno de Jesus.
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